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Sessão: GÊNEROS CINEMATOGRÁFICOS: História, Teoria e Análise de Filmes - Sessão 4

data: 22/10/2015 | hora: 11:00 | sala: 2

FLUXO E CONTRAFLUXO DOS GÊNEROS EM DOIS FILMES DE TIM BURTON

Bernadette Lyra (UAM) coautor: Gelson Santana (UAM)

Pensar os gêneros é pensar o próprio cinema. A partir dessa premissa, examinamos a ficção científica Marte Ataca! (1996) e o musical Sweeney Todd (2007), do diretor Tim Burton. Tais filmes, quando situados no universo das imagens e da história da própria instituição cinematográfica, exercitam uma prática em que se evidencia o contrafluxo do cânone que rege as resoluções genéricas, ao mesmo tempo em que se reitera o fluxo do cinema de gêneros, tanto em nível de técnica quanto de construção.




 

DE 20 A 23 DE OUTUBRO DE 2015, NA UNICAMP

O XIX Encontro da SOCINE será realizado na Universidade Estadual de Campinas, a UNICAMP, localizada no Distrito de Barão Geraldo, no município de Campinas, Estado de São Paulo. O tema do encontro é “Cinemas em Redes”, expressão que se refere a um conjunto de mudanças significativas no âmbito da imagem em movimento. Nelas, as tecnologias e os ecossistemas digitais são parâmetros de transformações e, ao mesmo tempo, sinalizadores de uma fronteira histórica que coloca uma baliza no tempo: o passado analógico, o presente e o futuro digitais. Nesse contexto, velocidade, mobilidade e virtualidade são vetores da ordem do tempo e do espaço das imagens e sons. Arquivos convertidos em bancos de dados permitem novos arranjos para a preservação, disponibilidade e navegação em relação à história do audiovisual. O advento das imagens digitais e computadorizadas reestabelecem uma nova tensão entre o real e o virtual. O descentramento e a disponibilidade dos dispositivos permitem o questionamento sobre os agenciamentos e o poder das imagens. As transformações na distribuição afetam diretamente os cenários independentes e industriais da produção. Portanto, a imaginação, a formulação, o financiamento, a produção, a promoção, a venda, o consumo, a interpretação e o prazer são mobilizados diante das inovações promovidas pelas “redes” e “nuvens” onde se fabricam e circulam os produtos audiovisuais. Seriam os vocabulários artísticos inerentes ao cinema, à televisão e ao vídeo profundamente abalados por tais mudanças tecnológicas, econômicas e culturais? Como os mercados, nas lógicas da geopolítica e do capital transnacional, se (re)definem? E que estratégicas políticas de subjetivação seriam ativadas nesses processos? Eis alguns tópicos que instigam o presente tema.

ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO

Docentes

    Gilberto Alexandre Sobrinho – Coordenador Geral da Pós-Graduação do IA/UNICAMP
    Alfredo Luís Paes Suppia – Coordenador da Pós-Graduação em Multimeios
    Noel Santos Carvalho – Coordenador da Graduação em Midialogia
    Hermes Renato Hildebrand – Coordenador Associado da Graduação em Midialogia
    Míriam Viviana Garate
    Claudiney Carrasco
    Pedro Maciel Guimarães Júnior
    Marcius César Soares Freire
    Fernão Pessoa Ramos
    Fábio Nauras Akhras
    Francisco Elinaldo Teixeira
    Nuno César Abreu
    Ernesto Boccara

Discentes

    Antonio Vianna
    Letízia Osorio Nicoli
    Lillian Bento
    Régis Rasia

Instituto de Artes

    Diretor: Fernando Augusto de Almeida Hashimoto
    Diretora Associada: Grácia Maria Navarro
    Chefe do Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação: José Eduardo Ribeiro de Paiva
    Chefe do Departamento de Cinema: Francisco Elinaldo Teixeira

SOCINE/DIRETORIA

    Presidente: Afrânio Mendes Catani (USP)
    Vice-presidente: Antonio Carlos Amancio da Silva (UFF)
    Secretária: Alessandra Soares Brandão (UNISUL)
    Tesoureiro: Maurício Reinaldo Gonçalves (SENAC)

CONSELHO DELIBERATIVO

    Erick Felinto (UERJ)
    Esther Hamburger (USP)
    Fábio Uchoa (UFSCAR)
    Gilberto Alexandre Sobrinho (UNICAMP)
    Luíza Beatriz Melo Alvim (UNIRIO)
    Marcel Vieira Barreto Silva (UFPB)
    Luiz Augusto Rezende Filho (UFRJ)
    Mariana Baltar (UFF)
    Gustavo Souza (UFSCAR)
    Rogério Carreiro (UFPE)
    Patrícia Rebello (UERJ)
    Rafael de Luna Freire (UFF)
    Ramayana Lira de Souza (UNISUL)

Discentes

    Marina Costa (UFSCAR)
    Jamer de Mello (UFRGS)

COMITÊ CIENTÍFICO

    Alexandre Figuerôa (UFPE)
    César Guimarães (UFMG)
    Genilda Azeredo (UFPB)
    Maria Dora Mourão (USP)
    Miguel Pereira (PUC – Rio)
    Sheila Schvarzman (UAM)
 


Sessão: GÊNEROS CINEMATOGRÁFICOS: História, Teoria e Análise de Filmes - Sessão 6 

data: 21/10/2015 | hora: 11:00 | sala: 2 

Agora no futuro: A trilogia de Robert Zemeckis, trinta anos depois 

Laura Loguercio Cánepa (UAM) coautor: não () 

O objetivo deste trabalho é refletir sobre o papel da série "De Volta Para o Futuro" na carreira de Robert Zemeckis e nos rumos do cinema hollywoodiano a partir da década de 1980. Busca-se compreender a cristalização de um tipo de cinema que se volta majoritariamente às plateias adolescentes, conta histórias ligadas aos gêneros de fantasia e, sobretudo, investe no desenvolvimento acelerado de tecnologias que servem de base à toda a indústria de entretenimento audiovisual contemporânea.